10 julho 2008

Como partir o nariz a um cego


Centro Comercial do Campo Pequeno, Lisboa

Quem foi a luminária que se lembrou de pôr um cartaz publicitário, perpendicular ao fluxo de circulação das pessoas, a dois metros do final de uma escadaria? No extremo oposto da escadaria acontece o mesmo. E que bonito que fica!

4 Commets:

Anonymous Cristina said...

Infelizmente temos vários exemplos destes espalhados pela cidade de Lisboa...
Normalmente as pessoas que decidem onde localizar vários objectos tipo um cartaz publicitário, uma cabine telefónica, os pinos impeditivos de estacionamento, entre outros, não devem ter "limites" na locomoção ou então não andam a pé.
É vulgar ver pessoas por aí às "curvas" nos passeios ... é vulgar um edifício não ser "acessível" e pode não ser só um cego, podemos referir também pessoas em cadeiras de rodas, idosos e mesmo carrinhos de crianças.
Triste mesmo é saber que por mais normas, regulamentos que haja e as pessoas estarem mais "despertas" para estes casos continuamos a errar. E não podemos esconder referindo que é por ser do "antigamente" pois o "de antes" não é corrigido e temos exemplos actuais, como este, que o comprovam.

12:27 da tarde  
Anonymous kruzeskanhoto said...

Um bom exemplo de publicidade agressiva...

1:24 da tarde  
Anonymous Cristina said...

Ainda sobre este assunto acho que deves ir espreitar:

http://www.cabracega.org/lisboa-sensorial

o projecto "Lisboa Sensorial" para se conhecer esta cidade, numa experiência única, "vista pelo outro lado" ... pena que algumas pessoas não o façam ... sempre se aprendia qualquer coisa :)

4:03 da tarde  
Blogger Stran_ger said...

Era interessante saber quem permitiu tal coisa...

4:10 da tarde  

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