29 fevereiro 2008

Leitura recomendada do dia

A propósito desta posta, "Novo Satã: lâmpadas incandescentes" do Range-o-Dente no Fiel Inimigo. Apesar de não se perceber nada dos dois primeiros pontos, os restantes são interessantes.

Um interessante rol de contras ater em atenção na decisão de comprar lâmpadas compactas e fluorescentes. Recomenda-se igualmente este e este link.

«Quinto:
As lâmpadas fluorescentes são substancialmente mais difíceis de digerir pela natureza. Contêm tudo o que as incandescentes contêm e contêm ainda cobre e mercúrio.
Sexto:
As lâmpadas fluorescentes emitem quantidades substanciais de radiação electromagnética, a tal que a Quercus deplora nas linhas de alta tensão.»

6 Commets:

Blogger Range-o-Dente said...

Clapelada,

RoD

8:24 da tarde  
Blogger Range-o-Dente said...

Primeiro:
Quem tem um recurso mais barato usa-o mais intensamente. É um efeito de realimentação de comportamento (a malta da economia chama-lhe um nome qualquer).

Deixar as lâmpadas fluorescentes todas acesas é tão caro quanto deixar apenas uma incandescente? Deixem-se todas acesas.

(já volto para a segunda)

8:30 da tarde  
Blogger Range-o-Dente said...

Segundo.
Uns 80 ou 90% da energia consumida pelas lâmpadas incandescentes é convertida em luz que não vemos: luz infra-vermelha (luz e ondas de rádio, é tudo a mesma coisa).

A luz infra-vermelha é libertada por objectos aquecidos abaixo aí dos 500 graus. A partir daí os objectos começam também a emitir também nas frequências correspondentes à luz visível. O Sol, (cuja temperatura superficial é de cerca de 6000gr) emite a generalidade da sua radiação no comprimento de onda correspondente às frequências que vemos. Provavelmente vemos esses comprimentos de onda porque a evolução nos adaptou ao recurso.

As lâmpadas de incandescência são aquecidas aí a uns 2500 graus. Emitem residualmente em frequências visíveis e o resto no infra-vermelho, as frequências que não sendo visíveis pelo olho humano são sentidas pela pele como calor.

Já agora, os ultra-violetas não são sentidos pela pele e são extremamente agressivos (partem moléculas).

No inverno as casas são aquecidas. Usar lâmpadas de incandescência evita (em pequena parte) o uso de calorífero que, em boa parte, emitem infra-vermelhos.

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9:39 da tarde  
Blogger alf said...

range-o-dente

Exactamente. As lâmpadas de incandescência têm um rendimento muito melhor do que se diz em alicações domésticas porque tb são aquecedores. A grnade maioria do tempo em que estão acesas é um altura em que as casas prtecisam de aquecimento

Por outro lado, as "economizadoras" nem pouco mais ou menos têm o rendimento luminoso anunciado. Não sei quem fiscaliza isso mas é fácil constatar que, or exemplo, uma lâmpada philips de 11W que diz que ilumina como uma incandescente de 60 W não chega a dar a luz de uma incandescente de 40 W.

Começo a descobrir que por detrás de uma medida "ecológica" está a necessidade de promover um novo nicho industrial mais do que qq real preocupação ecológica. Promover um nicho que não tem vantagens reais e por isso não se impoe pelas leis do mercado. Então recorre-se aos serviços da ecologia.

11:15 da tarde  
Blogger Range-o-Dente said...

Este comentário foi removido pelo autor.

10:32 da manhã  
Blogger Range-o-Dente said...

Alf:
"Não sei quem fiscaliza isso mas é fácil constatar que, or exemplo, uma lâmpada philips de 11W que diz que ilumina como uma incandescente de 60 W não chega a dar a luz de uma incandescente de 40 W."

Do ponto de vista do bicho homem é como diz porque a luz é de má qualidade e faz 'tropeçar' a nossa capacidade de 'perceber' as coisas.

Mas se usar um equipamento estúpido de medição da quantidade de luz, as coorrespondências anunciadas estão, mais ou menos, correctas.

O que NUNCA é referido, é a coisa ao contrário: basta uma lâmpada de 40W para vermos da mesma forma que veríamos com uma (das outras) de 11

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10:33 da manhã  

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